Uma onda de secas nos países de maior produção agrícola está provocando o aumento dos preços dos alimentos em todo o mundo, despertando temores de uma crise semelhante à que ocorreu há quatro anos.
Este ano, os Estados Unidos passaram pela pior seca em mais de meio século. Na Rússia, grandes extensões de terra também não tiveram chuva suficiente. Até mesmo a temporada de monções na Índia foi seca. E, na América do Sul, o índice pluviométrico ficou abaixo da média histórica.
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Como resultado, algumas colheitas desabaram, provocando uma disparada, por exemplo, nos preços de cereais, que estão quase no patamar mais alto. Em 2008, um fenômeno semelhante provocou tumultos em 12 países e fez com que a Organização das Nações Unidas (ONU) convocasse uma reunião especial para lidar com a crise da alta do preço dos alimentos.
A falta de chuva este ano é o principal fator de risco para que uma crise de natureza semelhante se repita. O foco principal está na produção de milho dos Estados Unidos, mas a produção mundial de soja e de grãos também caiu.
Apesar da seca em diversos países e da queda na produção de "commodities" como o milho, outros elementos apontam para um cenário menos preocupante.
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
Ano de seca global gera temor de nova crise de alimentos
Nasa divulga novas informações sobre asteroides 'misteriosos'
Dados de satélite da Nasa revelaram novas informações sobre a coloração dos chamados “troianos de Júpiter”, asteroides que circulam ao redor do Sol na mesma órbita de Júpiter e cuja origem é desconhecida.
Segundo informou a agência espacial americana nesta segunda-feira (15), é a primeira vez que se obtêm dados mais específicos sobre as cores dessas rochas, que têm predominantemente uma superfície escura avermelhada e opaca.
Os troianos de Júpiter se dividem em dois grupos – um antecede Júpiter e outro “segue” o planeta em sua órbita. Os dados do satélite apontam que o grupo que viaja “na frente” é mais numeroso.
A origem desses asteroides seguem sendo um mistério, mas as novas observações, feitas com o satélite WISE, permitem tirar novas conclusões – por exemplo, que os troianos não têm semelhança com os objetos do Cinturão de Asteroides. Também ficou claro que os dois grupos de troianos são semelhantes entre si, segundo a Nasa.
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